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A vida - fernando semana

Ajouté il y a 1 jour, via Nothingandall, dans Culture

Caminheiro que segues sem destino Definido, não te canse o solo Árido, o sol agreste ao pino, - Infinito será o teu consolo. Por maiores que sejam os escolhos as mágoas, os abrolhos, os espinhos Ergue ao céu os teus cansados olhos E vê p'ra além dos óbvios caminhos. Guarda a esperança,...

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Do sortilÉgio e da infÂncia - joanyr de oliveira

Ajouté il y a 1 jour, via Nothingandall, dans Culture

Entre frutas passadas ou imaturas, a negra mão cerzia o véu da noite; em sons enovelada e em vã procura intimidava o céu um açoite. O menino encharcado de magia, a ungir o frágil com reverência, brindava à luz, em pranto estremecia, e a banhava no mar de sua inocência. O celeiro de...

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Remember - Christina Rossetti

Ajouté le 05-12-2016, via Nothingandall, dans Culture

Water Lilies - 1906 Oil on canvas 87.6 x 92.7 cm (34 1/2 x 36 1/2) by Claude Monnet (b. Paris 14 Nov. 1830 - d. Giverni 5 Dec 1926 ) in The Art Institute of Chicago Remember me when I am gone away, Gone far away into the silent land; When you can no more hold me by the hand, Nor I half turn to go...

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Aspiração - Maria de Arruda Müller

Ajouté le 04-12-2016, via Nothingandall, dans Culture

Bojando a vela sobre o mar sem alma, Vai, asa branca, ao ritmo do vento. Circunfletindo, oscila e corta a espalma Imensidão que espelha o firmamento. No ar rarefeito treme a leve palma... Se a tempestade vier, o oceano é cruento... E ela não sente quando a tarde é calma, Insídias de borrasca...

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Se Alguém Bater - Fernando Pessoa

Ajouté le 30-11-2016, via Nothingandall, dans Culture

Se alguém bater um dia à tua porta, Dizendo que é um emissário meu, Não acredites, nem que seja eu; Que o meu vaidoso orgulho não comporta Bater sequer à porta irreal do céu. Mas se, naturalmente, e sem ouvir Alguém bater, fores a porta abrir E encontrares alguém como que à espera De...

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A la nave - Andrés Bello

Ajouté le 29-11-2016, via Nothingandall, dans Culture

¿Qué nuevas esperanzas al mar te llevan? Torna, torna, atrevida nave, a la nativa costa. Aún ves de la pasada tormenta mil memorias, ¿y ya a correr fortuna segunda vez te arrojas? Sembrada está de sirtes aleves tu derrota, do tarde los peligros avisará la sonda. ¡Ah! Vuelve, que aún es...

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Tela Íntima - Campos de Figueiredo

Ajouté le 28-11-2016, via Nothingandall, dans Culture

Artist in His Studio , Rembrandt Harmensz. van Rijn. In the collection of Boston's Museum of Fine Art. ! Lá fora, a noite escura... o vento aos ais, A soluçar e a rir - doido soturno, É um violinista trágico e nocturno Wagnerizando a voz dos temporais! Lá fora, a chuva fria das procelas... E...

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O Soneto - Alfredo da Cunha

Ajouté le 25-11-2016, via Nothingandall, dans Culture

Dos seus versos no pórfiro sagrado, se o Amor o inspira, o Génio dos poetas modela imagens firmemente rectas, como em nicho precioso e rendilhado. Mas, se é da Morte o lúgubre inspirado (como, em tampas de túmulos quietas, frias estátuas de feições correctas), molda o vulto dum ídolo...

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Poema das Coisas Belas - António Gedeão (na passagem do 90º aniversário...)

Ajouté le 24-11-2016, via Nothingandall, dans Culture

Pôr do Sol As coisas belas, as que deixam cicatrizes na memória dos homens, por que motivos serão belas? E belas, para quê? Põe-se o Sol porque o seu movimento é relativo. Derrama cores porque os meus olhos vêem. Mas por que será belo o pôr do sol? E belo, para quê? Se acaso as coisas...

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Se houvesse degraus na terra... - Herberto Hélder

Ajouté le 23-11-2016, via Nothingandall, dans Culture

A fiery red Sun daqui Se houvesse degraus na terra e tivesse anéis o céu, eu subiria os degraus e aos anéis me prenderia. No céu podia tecer uma nuvem toda negra. E que nevasse, e chovesse, e houvesse luz nas montanhas, e à porta do meu amor o ouro se acumulasse. Beijei uma boca vermelha e a...

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