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Derniers articles publiés sur le blog

Luar do Sertão - Catulo da Paixão Cearense (na voz de Luiz Gonzaga)

Ajouté le 10-05-2017, via Nothingandall, dans Culture

LUAR DO SERTÃO - LUIZ GONZAGA.mp3 Não há, ó gente, oh não Luar como este do sertão... Oh, que saudade do luar da minha tema Lá na serra branquejando, folhas secas pelo chão Esse luar cá da cidade tão escuro Não tem aquela saudade do luar lá do sertão Não há, ó gente, oh não Luar...

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Até Sempre... - Luís Ferreira

Ajouté le 08-05-2017, via Nothingandall, dans Culture

As mãos perdidas definem sonhos, Fecundo gesto que paira, Como uma ave sem porto… Naquela carta afogada. As palavras deslizam sem sons, Pétalas de uma rosa desfolhada varrem o vazio, Despindo o jardim Entre as vagas dos acenos da saudade. Letra a letra, Desnudo a minha alma, Sereno… Sinto o...

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Retrato - Luís Amaro

Ajouté le 05-05-2017, via Nothingandall, dans Culture

Um silêncio, um olhar, uma palavra Nasceste assim na minha vida, Inesperada flor de aroma denso, Tão casual e breve. Já te visionara no meu sonho, Imagem de segredo esparsa ao vento Da noite rubra, delicada, intacta. E pressentira teu hálito na sombra Que minhas mãos desenham, inquietas....

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Cidade Mulher - Noel Rosa (na passagem dos 80 anos da sua morte)

Ajouté le 04-05-2017, via Nothingandall, dans Culture

Noel Rosa - Cidade Mulher por BeatBrazil Cidade de amor e ventura Que tem mais doçura Que uma ilusão Cidade mais bela que o sorriso Maior que o paraíso Melhor que a tentação Cidade que ninguém resiste Na beleza triste De um samba-canção Cidade de flores sem abrolhos Que encantando nossos...

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Silence - Thomas Hood

Ajouté le 03-05-2017, via Nothingandall, dans Culture

There is a silence where hath been no sound, There is a silence where no sound may be, In the cold grave—under the deep deep sea, Or in the wide desert where no life is found, Which hath been mute, and still must sleep profound; No voice is hush'd—no life treads silently, But clouds and cloudy...

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PÁgina desconhecida - adelino fontoura

Ajouté le 02-05-2017, via Nothingandall, dans Culture

À brisa, ao sol, à serra, à flor silvestre Ao ribeiro que corre cristalino, Ao canto alegre e doce, matutino, Das avezinhas no arvoredo agreste; À campina que do orvalho a manhã veste, Eu, sem de Homero ter o alto destino, Um conto fui pedir áureo, divino, Radiante dessa luz alva e celeste!...

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Um Amor - Nuno Júdice

Ajouté le 29-04-2017, via Nothingandall, dans Culture

Aproximei-me de ti; e tu, pegando-me na mão, puxaste-me para os teus olhos transparentes como o fundo do mar para os afogados. Depois, na rua, ainda apanhámos o crepúsculo. As luzes acendiam-se nos autocarros; um ar diferente inundava a cidade. Sentei-me nos degraus do cais, em silêncio....

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Hoje é o dia de todos os deuses - Helga Moreira

Ajouté le 29-04-2017, via Nothingandall, dans Culture

Hoje é o dia de todos os deuses. A maresia subirá breve ao terceiro andar. Virá como quem pede mais um pouco desta tarde. Deixo-me ficar enquanto vou indecisa como quem não sabe. Se escolho rainha se rei só eu decido, só eu sei. Hoje é o dia de todos os deuses. A qualquer deles vou pedir...

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Tudo, menos tu, Cronos, morrer pode - Alexei Bueno

Ajouté le 26-04-2017, via Nothingandall, dans Culture

Tudo, menos tu, Cronos, morrer pode. Mesmo os deuses à morte estão sujeitos. Mesmo o Fado, que até a eles subjuga, Não se interpõe a ti. Só tu reinas, e findos ainda um dia Os deuses, e os mortais, e os mundos todos, E o olímpico monte em pó tornado, Tu, eterno, seguirias. Pois, mais que os...

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Zelos - Zeferino Brazil

Ajouté le 24-04-2017, via Nothingandall, dans Culture

Lírios rosa, Eliomar Ribeiro De leve, beijo as suas mãos pequenas, Alvas, de neve, e, logo, um doce, um breve, Fino rubor lhe tinge a face, apenas De leve beijo as suas mãos de neve. Ela vive entre lírios e açucenas, E o vento a beija, e, corno o vento, deve Ser o meu beijo em suas mãos...

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