Nothingandall - Fiche du blog
Derniers articles publiés sur le blog
Minha terra - Cesídio Ambrogi
Ajouté il y a 24 heures, via Nothingandall, dans Culture
Natividade da Serra foto daqui Meu vilarejo um cromo estilizado. O Largo da Matriz. Uma palmeira. A cadeia sem preso nem soldado. Calma em tudo. Silêncio. Pasmaceira. Andorinhas em bando no ar lavado. O rio. O campo. Além de uma porteira, Um velho casarão acaçapado. Nossa casa tranqüila e...
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Pedido - Olga Saravy (com os parabéns pela passagem do octagésimo aniversário)
Ajouté le 20-05-2013, via Nothingandall, dans Culture
A Manuel Bandeira Quando eu estiver mais triste mas triste de não ter jeito, quando atormentados morcegos – um no cérebro outro no peito – me apunhalarem de asas e me cobrirem de cinza, vem ensaiando de leve leve linguagem de flores. Traze-me a cor arroxeada daquela montanha – lembra? que...
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Perdimento - Maria Teresa Horta
Ajouté le 19-05-2013, via Nothingandall, dans Culture
De tanto eu amar-te e desejar-te a tirar da paixão seu alimento Não sei se é agrura se sustento este lento caminhar pelo incêndio E de tanto misturar meu corpo ao teu e ao teu desdizer meu pensamento Não entendo se amar-te me sustém ou se pelo avesso é perdimento in Os dias do Amor, um poema...
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Além-tédio - Mário de Sá-Carneiro
Ajouté le 19-05-2013, via Nothingandall, dans Culture
Nada me expira já, nada me vive - Nem a tristeza nem as horas belas. De as não ter e de nunca vir a tê-las, Fartam-me até as coisas que não tive. Como eu quisera, enfim de alma esquecida, Dormir em paz num leito de hospital... Cansei dentro de mim, cansei a vida De tanto a divagar em luz...
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Arte poÉtica - josé emílio-nelson
Ajouté le 17-05-2013, via Nothingandall, dans Culture
Demão depois da lixa, zarcão e betume na madeira, a sonoridade da tinta nas passagens em que deixei que os crisântemos que se interpunham fossem mais do verso que os espelhasse. Li até escurecer os olhos. Abandonado, vale dizer. Para uns, ainda, a poesia não dispensa que o autor nas horas...
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Tríptico - Alfredo Brochado
Ajouté le 16-05-2013, via Nothingandall, dans Culture
Olaia Caiu agora uma folha De uma olaia da Avenida! Ela tomba e ninguém olha A morte daquela vida. No entanto, mesmo caindo Com suavíssima leveza, É qualquer coisa de findo À face da natureza. Tua vida, a minha vida, A nossa vida, afinal, É aquela folha caída, Num dia de vendaval. Extraído...
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Por cousas que nan tem cura - João de Meneses
Ajouté le 14-05-2013, via Nothingandall, dans Culture
Por cousas que nan têm cura hei por mor desaventura qualquer dita que me vem, nem desejo nenhum bem por nam ver quam pouco dura. Ditoso de quem viver livre, fora d'esperança, digo eu sem no saber, coitado de quem alcança ganhá-la para a perder. Pois tudo tam pouco dura, seguro que nam segura...
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Nostalgia - José Santos Chocano
Ajouté le 13-05-2013, via Nothingandall, dans Culture
Hace ya diez años que recorro el mundo. ¡He vivido poco! ¡Me he cansado mucho! Quien vive de prisa no vive de veras, quien no echa raíces no puede dar frutos. Ser río que recorre, ser nube que pasa, sin dejar recuerdo ni rastro ninguno, es triste y más triste para quien se siente nube en lo...
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A Tentação - Murilo Mendes
Ajouté le 12-05-2013, via Nothingandall, dans Culture
Diante do crucifixo Eu paro pálido tremendo “Já que és o Verdadeiro Filho de Deus Desprega a humanidade desta cruz”. Murilo Monteiro Mendes (n. em 13 de Maio de 1901 em Juíz de Fora, Minas Gerais — m. em Lisboa a 13 de agosto de 1975) Ler do mesmo autor, neste blog: Jandira Metafíscia da...
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Poema de Aniversário - Alberto da Costa e Silva
Ajouté le 12-05-2013, via Nothingandall, dans Culture
De que céu, se o céu em que desfaço as mãos em flores, que trazia, parte hei de esperar que pare este mudar-se de outras claras manhãs nesta tristeza? Alto sonhamos com imóveis águas, setembros permanentes, garças fixas, mas os olhos e as mãos nada conquistam, e enegrece na mesa a maçã...
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