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CemitÉrio (poema infantil) - josé paulo paes

Ajouté il y a 2 jours, via Nothingandall, dans Culture

1 Aqui jaz um leão chamado Augusto. Deu um urro tão forte, mas um urro tão forte, que morreu de susto. 2 Aqui jaz uma pulga chamada Cida Desgostosa da vida, tomou inseticida: era uma pulga suiCida. 3 Aqui jaz um morcego que morreu de amor por outro morcego. Desse amor arrenego: amor cego, o de...

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Aniversário - Luiz Edmundo Alves

Ajouté le 21-07-2014, via Nothingandall, dans Culture

cada momento vivido é um pedacinho que se perde. como sentir o tempo? cada momento vivido é um pedacinho que se ganha. como fixar o tempo? as articulações rígidas do tempo rugas na face as reinvenções diminutas do tempo infância na memória Luiz Edmundo Alves nasceu em Vitória da...

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Flores do Verão - Gastão Cruz

Ajouté le 20-07-2014, via Nothingandall, dans Culture

Estás no meio das árvores dos pássaros das sombras no regresso da praia as flores do verão também estampadas na solidão da saia outras crescendo naturais sendo umas o futuro e as da natureza o momento presente a estampa que te envolve saindo dos arbustos movidos pla leveza imperceptível...

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Hoje...assim como ontem...

Ajouté le 19-07-2014, via Nothingandall, dans Culture

Nas minhas pesquisas sobre revistas de outrora deparou-se-me na "Branco e Negro, nº. 1 Semanário Ilustrado editada em 5 Abr. 1896 esta historieta de desvios de dinheiros... ao ponto de se sugerir um projeto de lei: «Todo o que aliviar o tesouro, banco, asociação ou companhia em quantia...

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Merina - cesário verde

Ajouté le 19-07-2014, via Nothingandall, dans Culture

Rosto comprido, airosa, angelical, macia, Por vezes, a alemã que eu sigo e que me agrada, Mais alva que o luar de inverno que me esfria, Nas ruas a que o gás dá noites de balada; Sob os abafos bons que o Norte escolheria, Com seu passinho curto e em suas lãs forrada, Recorda-me a elegância, a...

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Um Pôr do Sol - Conde de Monsaraz

Ajouté le 18-07-2014, via Nothingandall, dans Culture

Quando entro no teu boudoir , Clarinha, meu doce amor, Parece-me antes entrar No cálix de alguma flor; Que é tal o aroma e tão pura A frescura que aqui sinto E tão bem me sinto aqui, Que, Deus sabe se te minto, Sonho que estou embalado Entre as folhas duma rosa, Na qual houvesse pousado, Gazil...

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Paraíso Perdido - João José Cochofel

Ajouté le 17-07-2014, via Nothingandall, dans Culture

Que vens aqui fazer, espírito velho de tudo o que foi perdido e nunca mais achei? Então... ainda eu olhava o mundo com meus olhos de manhãs azuis, e nos lábios havia ainda a ternura dos beijos moços como a relva dos prados. Foi mais tarde... que a vida me entardeceu. (Tardes enevoadas e frias,...

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Garotada no cÉu - jorge fernandes

Ajouté le 17-07-2014, via Nothingandall, dans Culture

A tarde fechou o interruptor Da lâmpada diurna... E a iluminação pública do espaço Se acendeu de repente, Salpicando de estrelas o firmamento... Mas a lâmpada principal do céu da noite " o Quarto-Crescente " Estava com o globo partido... Foi um garoto do céu Que jogou um aerólito...

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Depois de Mim - Mário Dionísio

Ajouté le 16-07-2014, via Nothingandall, dans Culture

Um dia (sei-o bem) os campos ficarão eternamente floridos e a chaga que me inquieta deixará de sangrar em todos os peitos. Os homens já não estarão curvados sobre as terras. E a leiteira não virá mais trazer-me as bilhas com seu ar de humildade. A mulher dos ovos e o homem da fruta, o rapaz...

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OS SONHOS XIX [Hão de chorar por ela os cinamomos] - Alphonsus de Guimaraens

Ajouté le 15-07-2014, via Nothingandall, dans Culture

Hão de chorar por ela os cinamomos, Murchando as flores ao tombar do dia. Dos laranjais hão de cair os pomos, Lembrando-se daquela que os colhia. As estrelas dirão — "Ai! nada somos, Pois ela se morreu silente e fria.. . " E pondo os olhos nela como pomos, Hão de chorar a irmã que...

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